0 Flares Facebook 0 Twitter 0 0 Flares ×

Elaine Villatoro

Olá, eu sou Elaine Villatoro,  uma brasileira graduada em Administração de Empresas que vive atualmente em São Paulo. As pessoas sempre me perguntam “E aí, qual a próxima viagem?” porque eu sempre tenho alguma viagem planejada, e geralmente me chamam de “doida” por ser uma mulher que viaja sozinha com frequência. JUNTE-SE A MIM enquanto eu compartilho as experiências que vivi, lugares que conheci e dicas que podem lhe ajudar a VIVER MAIS, VIAJAR MAIS.

Quando eu penso no meu futuro eu me vejo como uma avó super gente boa e contadora de histórias, cercada de várias crianças ouvindo sobre minhas aventuras de viagens e que acham tudo isso bem melhor que ouvir contos de fadas. É engraçado falar isso enquanto a maioria das pessoas se imaginaria sendo VP de uma empresa, um artista famoso, ou qualquer outra conquista profissional que poderiam ter. Mas pra mim, eu descobri entre meus vinte e poucos anos que mais do que essa coisa de status a minha meta de vida é ser FELIZ.

*

A curiosidade de conhecer o que há nesse mundo afora está em meu DNA, quem me conhece desde criança sabe que eu já nasci uma VIAJANTE.

Durante a faculdade eu me diverti muito ao acampar com amigos no litoral norte de São Paulo.

Aos 20 anos fui para Fortaleza – CE, foram minhas primeiras férias da vida, primeira viagem sozinha, primeiro voo e primeira mala extraviada.

Um ano e meio depois de me graduar eu viajei para fora do Brasil pela primeira vez. Passei 2 anos maravilhosos na Califórnia sendo uma AuPair (babá), nunca imaginei que eu pudesse ser tão feliz com um emprego que pagasse tão pouco.

Ao invés de juntar dinheiro para comprar roupas de marca (impressionante como quando eu retornei para o Brasil, a maioria das pessoas queriam saber o que eu tinha comprado…), eu preferi viajar pela terra do Tio Sam e arredores. Conheci lugares lindos que nem imaginei que existiam, pessoas de diversas partes do mundo, e foi lá que nasceu minha curiosidade por outras culturas e por aprender a falar “Saúde/Tim Tim” em idiomas distintos.

Assim como todo mundo eu também tive momentos difíceis na vida, e em um deles eu acabei fazendo uma viagem mega rápida para o Peru em 2013, com a intenção de renovar minhas energias e dar início a uma nova fase. Durante esta viagem eu me perguntei inúmeras vezes “O que me faz feliz?” e eu me dei conta de que os momentos mais inesquecíveis da minha vida, onde eu chorei de felicidade, onde me senti mais corajosa, mais religiosa, entre tantos outros sentimentos bons, aconteceram em grande parte nas vezes em que eu viajava.

A partir dali passei a considerar as viagens como prioridade em minha vida, não vendia férias, para mim não há nada que possa comprar as experiências que tenho durante uma trip.

Comecei a acompanhar o calendário de feriados, para poder comprar passagens aéreas com antecedência e economizar. Além de aproveitar os finais de semana ensolarados pra fazer algo mais perto de casa (trilhas, mergulho, etc).

Em 2015 morei em Sydney na Austrália por 9 meses a trabalho, foi uma realização muito grande pois trabalhei duro para conseguir essa oportunidade. Como sempre, já que estava lá, aproveitei para conhecer o máximo que pude daquele país gigante, cheio de belezas naturais e animais perigosos.

Hoje, esses olhinhos abençoados já apreciaram 17 países: África do Sul, Austrália, Brasil, Camboja, Chile, Colômbia, Coréia do Sul, Estados Unidos, México, Namíbia, Peru, Polinésia Francesa, Seychelles, Singapura, Tailândia, Uruguai e Vietnã.

E não deixarei que isso pare por aqui, afinal, devemos sempre seguir nosso coração, e hoje o meu está me pedindo pra fazer de tudo para curtir cada vez mais a vida e ter aquela espontaneidade que fazem de mim quem eu sou.

Às vezes olho para o lado e acho que as pessoas estão meio perdidas, cheias de traumas, tentando ser mais frias pra sofrer menos, e atendendo às expectativas alheias enquanto deixam seus sonhos de lado.

Não sei se isso já aconteceu com você? Mas eu já esqueci de cuidar de mim enquanto tentava atender às expectativas dos outros. Por isso, sinto que meu coração também me pede para inspirar as pessoas a darem valor às experiências de vida. Quem sabe deixar o telefone no bolso e conversar com um desconhecido pessoalmente, deixar o trabalho de lado à noite e finais de semana para curtir a família, ou deixar de trocar de carro para ir visitar um amigo distante?

Bom, acredito que tudo que fazemos com amor e dedicação dá certo né…Amor nesse coraçãozinho aqui não falta, então bora colocar a mão na massa =)

Elaine Villatoro